25.11.17

RETROSPETIVA || 21 ANOS


Estou a um dia de completar vinte e dois anos, mas não posso deixar de me despedir dos maravilhosos vinte e um. Foi um ano incrível de início ao fim. E o melhor de tudo é saber que tenho vivido bem, tenho vivido mesmo muito bem. 
Não tenho parado desde a última vez que fiz anos e o mais importante foi ter-me reencontrado depois de todos os testes que os vinte me puseram à frente, ultrapassei os obstáculos e pus os pés ao caminho. Às vezes é preciso irmos às profundezas de nós mesmos resgatar e trazer ao de cima a pessoa que queremos ser, cada vez estou mais perto de ser o que quero e não podia estar mais orgulhosa de mim e das conquistas feitas ao longo deste ano. 

Pensar nos meus 21 anos deixa-me com um sorriso bem rasgado na cara, pois trouxeram-me muita alegria, muito amor, muitos sorrisos, muitos abraços, trouxeram-me cafés, noitadas, trouxeram-me pessoas boas, vi estrelas cadentes, matei saudades de sítios e pessoas que me fazem bem, fui ao Porto com o meu namorado, fui pela primeira vez almoçar ao Mcdonald's dos aliados - que para quem não sabe é considerado um dos mc's mais bonitos do mundo -, tomei café pela primeira vez na Ribeira e fui pela primeira vez até à foz de elétrico - vale muito a pena. Voltei à blogosfera e trouxe a Jane comigo.
Conheci sítios e pessoas que me surpreenderam pela positiva, ganhei ainda mais responsabilidade e aprendi que é possível ter-se vida social, estudar e ainda assim conseguir descansar, basta que saibamos arranjar um ponto de equilíbrio, nem sempre é fácil, mas nada é impossível. 
Com 21 anos abracei muito e beijei muito os meus, a vida é bela, mas é instável e o dia de amanhã nunca se sabe. Aprendi que a família será sempre o nosso porto mais seguro, que o amor está nas coisas mais pequenas e simples da vida e que os momentos são para ser vividos com a maior das intensidades. Aprendi também que quando as pessoas querem sair da nossa vida, não há muito que possamos fazer, a não ser deixá-las ir. No início custa, mas depois passa e afinal só vai quem quer. Não devemos guardar rancores, deixemos o mais bonito de nós sobressair. Aprendi que à chuva também se dança, que há coisas que devemos guardar para nós e que os nossos estarão sempre do nosso lado. 

Deixei-vos algumas das melhores memórias e alguns ensinamentos e conclusões importantes dos meus 21 anos, - que no fundo são uma retrospetiva de 2017, - um ano muito positivo e cheio de momentos para guardar na mala de recordações. Domingo abro o coração a um "novo ano", que espero que seja tão bom ou melhor que este. Para os 22, vou sem cinto, com a confiança de que os atrasos e os buracos fazem parte do caminho e eu irei chegar onde me for permitido, sem abandonar quem sou. E que depois dos 22 venham os 23, os 24, os 25 e daí adiante. Estou feliz, verdadeiramente feliz.

24.11.17

OS 22 DA MARY

Olá, Olá!!
Bem, como sabem a Mary faz anos no Domingo. E como no Domingo ela vai responder a questões do Blog, vou deixar-vos aqui algumas memórias e curiosidades que tenho com ela para celebrar os 21 e dar as boas-vindas aos 22.

- Quando nos conhecemos bem, eu e a Mary tivemos uma longa conversa na varanda da nossa antiga casa. Foi nesse dia que percebi que ela era uma miúda incrível;
- Ela sabe ser a alma da festa sem dúvida!
- Ela canta uma música (A música do Vitó) que me faz rir sem parar;
- Todas as minhas amigas gostam imenso dela;
- Devem vê-la com o namorado, são simplesmente feitos um para o outro;
- Ela adora limpar as paredes da discoteca com as costas ahah;
- É viciada no jogo da sueca;
- Ela rói as unhas!!!!
- Fui a uma festa do curso dela, onde eu e um amigo nosso éramos os únicos de outros cursos;
- Ela vive a vida, ela aproveita a vida;
- Ela cozinha muito bem mesmo (aliás ela é que me ensinou a fazer um bom frango estufado);
- Eu e a Mary temos o mesmo nome ahahahah;
- Se não fosse ela, eu já teria desistido da Universidade.

Bem há muitas mais memórias por vir! Ela sabe que a adoro e que estarei sempre aqui. Agora toca a festejar!!!

23.11.17

MIL E UMA COISAS PARA FAZER


Olá meus amores. Desculpem a ausência por cá, mas isto tem sido complicado. Tenho tido um monte de testes e trabalhos e o tempo não me tem chegado para publicar no blog, mas tenho lido os vossos cantinhos quando tenho um bocadinho. 
E este frio han? Tenho andado cheia de camisolas e casacos, logo eu que sou mais friorenta que sei lá bem o quê. Agora veio a chuva e que falta que ela fazia. Por aí está frio ou nem por isso?

Faltam três dias para os meus 22, estou tão ansiosa e entusiasmada, já tenho quase tudo preparado, tenho quase a certeza que vai ser um dia em grande. Amanhã trago-vos uma restropetiva dos meus 21 anos, o melhor e o pior, as melhores surpresas, acho que é uma boa forma de me despedir de um dos melhores anos da minha vida. 
Não se esqueçam de deixar as vossas perguntas neste post que eu Domingo já respondo a tudo e obrigado a quem já deixou. Espero que a semana esteja a ser boa e feliz para vocês. Até amanhã 💗

20.11.17

Q&A DA MARY

Olá meus amores. Espero que a semana tenha começado da melhor maneira. 
Hoje venho pedir-vos, como forma de me conhecerem melhor, que me façam questões sobre o que vocês bem entenderem, estas serão respondidas no dia do meu aniversário, no próximo Domingo. Bora, têm uma semana para me perguntarem o que quiserem, podem fazer o número de perguntas que quiserem, pedir-me opinião sobre algum tema específico, lançar-me o desafio de escrever sobre algo. Fica ao vosso critério. Deixem as vossas questões neste post. Conto com vocês. Boa segunda feira 💓

18.11.17

ALGUÉM ME AJUDA, NO QUE TRATA DE AMOR?

Sabem quando já têm um passado com alguém, pensam que está encerrado mas as portas abrem-se, outra vez?
Bem, isso aconteceu comigo. No ano passado tive um casinho com uma pessoa. Nada do outro mundo mas acabou mal por causa de eu não saber lidar com isso e dar ouvidos a tudo o que me diziam. Acabámos por ser amigos mas muito estranho...
Este ano, ele voltou. E na primeira vez que nos voltamos a ver, ele queria estar comigo, outra vez, eu rejeitei mas ele ligou-me de madrugada com uma bebedeira enorme. Ri-me imenso quando o vi a chegar lá casa e então ficamos juntos dois dos dias em que ele lá esteve porque depois fui embora. E esta quinta ele voltou, encontrei-o outra vez, mas desta vez estava chateada com ele porque ele atirou-se a uma rapariga do meu curso e eu descobri. Mas ele estava diferente. Mesmo quando me viu demos um abraço sentido. Durante a noite eu fui falar com outro rapaz e ele não parava de olhar cinco minutos. Quando fui pagar, ele aproximou-se e perguntou se me podia levar a casa e eu respondi que ele podia ir com a rapariga do meu curso...resumindo "pequena discussão" com um pouquinho de ciúmes das duas partes... "ahh tu querias estar com a rapariga do meu curso, ahh tu estavas a rir-te para aquele palhaço".
Resultado: acabámos por ir os dois, entre beijos, piadas, risos, um aparte para ele me puxar para dançar na rua, muitos "és linda","és especial para mim". Acabou por ser uma noite tão...diferente, confusa e bonita que não sei o que fazer!!!!!! Além disso de manhã, acabei por trazer os óculos dele (rimo-nos imenso) e uma meia ahaha. Não sei que lhe deu mas ligou-me só para me dizer que a gata que alimentamos de vez em quando à noite desapareceu e que tinha perdido o bilhete, ficamos a rir e a falar de coisas aleatórias. E recebi 3 mensagens dele depois disso...
Ajudem-me não me posso apaixonar por ele! Não quero sofrer, outra vez, mas divirto-me tanto com ele, sou tão eu quando estamos juntos, é tudo tão natural, sinto-me tão bem. Ainda bem que ele não vem lá tão cedo. Preciso mesmo de espaço dele.
Ajuda, por favor?
Xoxo

16.11.17

MARY E O AMOR


Não me considero uma pessoa muito romântica, acho que sempre fui assim. Não sou nem gosto que o sejam em demasia, não estou a dizer que não gosto de surpresas ou que não gosto de mimos mas tanto eu como ele não somos aquele casal que festeja tudo e mais alguma coisa, que estamos sempre a dar presentes, que estamos sempre aos beijos ou que todos os fins de semana vamos jantar fora. Claro que não é geral, mas conheci uma pessoa que sempre que fazia mais um mês, ou lhe comprava algo ou iam jantar fora. Não julgo, mas isso não me cabe na cabeça. Em breve faremos quatro anos, imaginem o dinheiro que já tínhamos gasto em jantares e presentes.

Não somos pessoas de partilhar fotos nas redes sociais dia sim dia sim, lá vem uma de tempos a tempos. Acho que as pessoas dão, por vezes, uma importância tão exagerada a estas coisas. É como se precisassem de mostrar que estão felizes, que tudo corre às mil e uma maravilhas, o que nem sempre corresponde à verdade. Eu não preciso de colocar uma fotografia no meu Instagram ou no meu Facebook para mostrar que está tudo bem com a minha relação, mas a verdade é que já me perguntaram “Então, tu e X ainda namoram, já não publicas uma foto com ele há tanto tempo, está tudo bem?”. Como se para estar tudo bem, eu precisasse de expor tudo e mais alguma coisa.

Gosto de ser mimada por ele, gosto de estar no aconchego dos seus braços e as pessoas não precisam de saber ou de ver isso. Nem sempre correu tudo bem, mas noto que a nossa relação cresceu imenso nos últimos dois anos, temos uma relação sólida e estável, as pequenas coisas ou momentos são aqueles aos quais damos a verdadeira importância. O amor não está nas vezes em que vamos jantar fora ou nas fotos que publicamos, está no momento em que eu acordo e ele está de olhos postos em mim ou vice-versa.

Com romantismo ou sem romantismo, com fotos ou sem fotos, continuamos a ser o melhor amigo um do outro, a conversar sobre tudo e mais alguma coisa. E isto é o que realmente importa, a ligação e a relação que criámos, o que somos quando as pessoas não estão a ver. O que somos, do nosso jeito.

14.11.17

FAZER AS PAZES COM O PASSADO


Não há nada como fazermos as pazes com o passado. Quantas vezes pensamos nos momentos maus que passámos, nas pessoas que nos magoaram, nas coisas que queríamos ter dito e por medo ou falta de coragem ficaram por dizer, nas coisas das quais não nos orgulhamos, das atitudes e caminhos errados que tomamos, nas coisas que não correram bem. Muitas. 
Já pensei nisto, mas com o passar dos anos percebi que estes pensamentos e lembranças não fazem sentido em mim. A partir do momento em que fiz as pazes com o passado senti-me muito melhor comigo própria e com os outros. Perdoem, os vossos atos e os dos outros também, não precisam de dizer-lhes, perdoem só, mentalmente e sigam em frente. Sei que é fácil falar, nem sempre fui boa a seguir este conselho, mas é necessário deixarmos as más energias no lugar delas, no passado. O passado não volta, as coisas não mudam, o que importa neste momento é aquilo que são e o que querem ser. O presente. Perdoem-se, façam as pazes com o vosso passado e olhem em frente.