About Mary

DESAFIO 1+3 || Uma Regra

29.6.18


Regras existem, quer sejam impostas pela lei, pelos pais, pelos professores ou por nós mesmos. E sejamos sinceros, se não existissem, viveríamos num absoluto caos ‒ se com regras, às vezes, é difícil, imaginem um mundo sem elas ‒, tornando-se impossível viver em comunidade. 

Considero-me um espírito muito livre e que segue muito as suas intuições e convicções, mas não sou uma rebelde, pelo que eu sigo regras. Porém, há umas que considero muito mais essenciais do que outras, pelo que vou quebrando algumas em determinadas alturas da minha vida.
E sabem que mais? Desde que não interfira com o nosso bem estar e o da sociedade, não tem mal fugirmos do que está previamente estipulado, até porque sabe bem desviarmo-nos um bocadinho daquele que "deveria" ser o caminho. Pois, da mesma forma que existem, também se podem ir quebrando, o importante é sabermos sempre qual é o nosso lugar e diferenciar o bem do mal, ou seja, usufruir de equilíbrio. 

Quando vi que este seria o terceiro tema deste desafio, confesso que não achei muito muito fácil, pois, mais uma vez, foi preciso refletir e pensarmos naquilo que funciona, para nós, como uma verdadeira regra. Depois de pensar, concluí que até tenho um conjunto de regras ‒ perdoar os meus erros, ter momentos a sós comigo, pensar em mim ‒, todas elas impostas e adaptadas por mim em prol da minha felicidade e da das minhas pessoas.

Poderia falar-vos de qualquer uma delas, no entanto, há uma que sobressai e que, quase sempre, sigo fielmente, sendo que é essencial para o meu bem estar, permitindo-me viver tranquilamente e ir acrescentando na minha bagagem aprendizagens e memórias inesquecíveis. É ela, aproveitar o momento

E, para mim, aproveitar o momento é precisamente isso, aproveitar. É aproveitar as companhias, as conversas, a comida, a bebida, pondo de parte ‒ por algum tempo ‒ distrações ou coisas que me atrapalhem a mente e o coração. É sentir, é partilhar, é ouvir, é falar, é fazer dos momentos, especiais. Seja num jantar de família, seja num jantar de amigos, seja num café, seja numa festa ou na esplanada numa tarde de verão. É estar perto dos meus e desfrutar, verdadeiramente, do melhor que a vida nos dá. É viver no verdadeiro sentido da palavra. É sentir tudo de todas as maneiras, já dizia Álvaro de Campos.

Publicação inserida no Desafio 1+3

N'os ouvidos da Mary

3# N'OS OUVIDOS DA MARY || BOA SEMANA

25.6.18


Olá meus amores, fiquem com esta música bem levezinha, mas cheia de sentimento e tão bonita. Entrem com as energias bem lá no alto para mais uma semana e para quem, como eu, ainda tem exames, desejo muita muita sorte. A gente consegue tudo. Boa segunda-feira 💓

About Mary

MARY NA BLOGOSFERA || QUE TIPO DE VIAJANTE SOU EU?

23.6.18


Há algum tempo participei na rubrica "Que tipo de viajante és tu, blogger?", desenvolvida pela Cátia do blogue Meraki. Quando vi esta ideia e, sendo sobre um tema que me interessa, aproveitei e mandei-lhe logo mail para participar. Em que consiste? É algo muito simples e engraçado. É um quizz com 10 perguntas sobre viagens em que, com base nas nossas respostas, a Cátia diz-nos que tipo de viajante somos. 
Ela diz que eu sou uma viajante descomprometida e eu concordo. Passem por lá para ver as minhas respostas (aqui) e aproveitem para participarem e descobrirem que tipo de viajantes são também. 
Eu adorei participar. E se ainda não conhecem o blogue da Cátia, eu cá acho que está na hora de fazerem uma visitinha e passarem a conhecer. 

A Mary gosta de...

6# A MARY GOSTA DE...

22.6.18


Gatos. Gosto de animais desde sempre e sou uma eterna apaixonada pelo mundo felino. Os gatos, tal como os humanos, têm todos personalidades diferentes e maneiras distintas de reagir perante carícias e atenção. No entanto, são na sua generalidade, criaturas muito independentes e fazem realmente aquilo que lhes dá na gana. Por exemplo, ao contrário dos cães que, normalmente, estão sempre prontos para receber um carinho, os gatos não, quando querem eles pedem.

Neste momento tenho três meninas, bastante diferentes entre si. Tenho uma que quando está ocupada - normalmente a lamber o pêlo - não gosta que vão ter com ela, se lhe der um mimo, o mais provável é ela olhar para mim com indiferença, levantar-se e ir para outro lugar. Tenho outra que pede mimo, mas depois brinca ao esconde esconde e não me deixa tocar-lhe, basicamente goza comigo. E a outra anda sempre atrás de nós para todo o lado, adora mimo, mas se a pegar ao colo está o caldo entornado, detesta estar nos colos.
Apesar de todas as diferenças e de conseguirem ser uns autênticos diabinhos, são os maiores amorzinhos. Eu derreto-me e adoro vê-las a rebolar pelo jardim, a fazer as suas trapalhadas e a brincar umas com as outras - quem tem gatos sabe do que falo, pois eles fazem as caretas e têm os comportamentos mais estranhos. O normal é chorarmos de tanto rir.

Os gatos são uns brincalhões e têm feitios um bocadinho "marados", mas depois de aprendermos a lidar com eles e depois de ganharmos a sua confiança (o que por vezes é difícil) é quase impossível não nos encantarmos por estas criaturas tão fofinhas. E vocês têm gatinhos? O que acham deles? 

Um pouquinho de Jane

O impacto do Cancro na minha vida

20.6.18

Só comecei a ouvir a palavra Cancro com mais regularidade no meu 10º ano com 15/16 anos. Já aqui expliquei antes que uma das minhas primas teve Leucemia (podem ler aqui) e foi muito duro, mas uma batalha muito bonita, pois numa criança não se vê tanto a dor.
Com o meu pai foi um cancro que, felizmente, se retirou com cirurgia apesar de o ter abatido imenso. Já a minha mãe foi a batalha mais dolorosa da minha vida. 
E hoje perguntei-me, como é que o cancro te mudou?
Bem, o impacto desta doença na minha vida foi tremendo. Tornou-me uma pessoa mais agressiva, mais na defensiva, fiquei mais atenta ao pormenor. 
Em termos familiares o cancro ensinou-me que quem menos pensava foi quem mais ajudou. Quem menos tem é quem mais dá. Quem mais achavas que estaria do teu lado é quem mais rapidamente foge. No funeral da minha mãe não pude perceber muito, mas pelo que me contaram foi um funeral gigantesco, cheio de gente, onde quem mais calado estava era quem mais estava a sofrer. Claro que havia gente a chorar, como o meu pai, as minhas tias mais próximas, mas havia muita gente com quem a minha mãe nem falava que estava a montar um teatro.
Ainda recentemente uma prima minha me disse "Acredito que as pessoas não saibam o que estás a sofrer" eu sei, uma frase banal, mas tocou-me porque pensam que eu não sofro, porque aprendi a chorar sozinha. Aprendi a guardar a minha dor, a minha mãe dizia-me que: 1- não se chora por nenhum homem e 2- uma mulher nunca se mostra fraca na rua, sempre firme e se quiser chorar, chore com quem mais a ama.
Em relação aos meus amigos, houve amizades que se tornaram mais fracas na sua maioria porque não sabem lidar comigo. Talvez por minha culpa, mas só agora me apercebi que a maioria das pessoas é tão egoísta que deve usar a palavra "eu" mais do que 10 vezes ao dia. Não conseguem ouvir, só falar e não conseguem perceber que a vida é mais do que "eu", é tanto tentar ouvir, tentar rir, tentar falar sobre o que nos rodeia e não só sobre nós mesmos.
Percebi que faço mais falta nesta vida do que pensava, porque de facto tinha três pessoas a depender de mim, e agora duas.
Percebi que podemos amar tanto alguém que temos a fé de nunca perder essa pessoa e por muito que os médicos nos queiram avisar nunca acreditamos. Há sempre fé, fé que eu recuperei e é o que me mantém viva.
Percebi que não podemos ser tudo o que os outros esperam de nós, não há como. 
Percebi que não existe felicidade, mas sim momentos felizes. Percebi o que é saudade a sério, e o que é responsabilidade.
O Cancro mudou-me e provavelmente também me vai afetar a mim diretamente, mas sabem? Não tenho medo porque a minha mãe lutou e merecia viver. O que tiver de ser, será.

Um pouquinho de Jane

O GRANDE PROBLEMA DA ANSIEDADE

18.6.18

Ultimamente não sei lidar com a ansiedade, muito se deve ao meu novo trabalho que me consome completamente porque tenho uma patroa mesmo desagradável de se estar por perto. Não trabalho bem com aquela senhora por perto, é simplesmente horrível.
Também pelo facto de estar em casa e tudo me lembrar da minha mãe. Como estou de "férias" passo muito tempo em casa.
Alguns sinais de ansiedade em mim são:
- Constante desconforto;
- Muito sono mas muitas insónias;
- Parece que o cérebro paralisa de vez em quando e me torno mais "burra";
- Falha-me a memória ainda mais do que antes;
- Apetece-me chorar, mas não consigo. Não me lembro da última vez que chorei sinceramente. E acreditem que é preferível chorar a ficar com vontade e não conseguir;
- Sonho imenso, mas os meus sonhos mais recorrentes são sobre o trabalho e sobre a minha mãe;
- Sinto-me constantemente desmotivada de tudo;
- Acelera-me o coração de vez em quando.

Se têm dicas para melhorar a ansiedade digam-me por favor, já tentei de tudo, até melhorar a respiração e fazer exercícios. Até adormecer a ouvir o som da natureza e do mar.

Mary e as tags

TAG || SUNSHINE BLOGGER AWARD

16.6.18



Fui nomeada para mais uma tag, desta vez, pela querida C.Correia (Um Mais Um São Três), por isso, obrigada fofinha. Se ainda não conhecem o blog dela, vão já já dar uma espreitadela! 


REGRAS DO SUNSHINE BLOGGER AWARD

1. Agradecer à/ao blogger que nomeou;
2. Responder às 11 questões feitas;
3. Nomear 11 bloggers e fazer 11 perguntas;
4. Colocar as regras e o logótipo no post.


AS MINHAS RESPOSTAS

1. O teu prato favorito?
Não consigo escolher um só, isto porque segundo a minha mãe, eu sou de muito boa boca. Mas adoro assados e massas.
2. O dia do ano que mais gostas?
Também não consigo escolher só um, mas escolho o dia do meu aniversário e o dia de consoada. 
3. A prenda que querias receber?
Sinceramente, a melhor prenda era o meu pai vir de vez para Portugal. Em relação a bens materiais tudo que vier é bem vindo. 
4. Se fosses um objeto, qual serias e porquê?
Um livro. Porque gosto de ler, porque gosto de contar histórias a quem as quiser ler\ouvir.
5. O desporto que mais gostas de praticar?
Não pratico nenhum desporto em particular, mas o meu preferido é Volei. 
6. Se pudesses presidir um país, qual seria?
Acho, sinceramente, que não tinha jeitinho nenhum para presidir um país, mas se tivesse mesmo que escolher, escolhia Portugal porque acho que precisamos urgentemente de algumas mudanças. 
7. Automóvel, avião, comboio ou barco?
Automóvel. 
8. Não sais de casa sem...
Carteira e telemóvel.
9. Casar. Sim ou não?
Um dia, sim.
10. O que te disseram de mais bonito?
Sou uma pessoa que liga às coisas simples e, muitas vezes, não são apenas as palavras que me marcam, mas sim os gestos. Sou uma sortuda por ter as pessoas que tenho ao meu lado, porque já me disseram coisas muito bonitas, como, por exemplo, "Inspiras-me, inspiras-me pela pessoa que és, por seres sempre tão verdadeira a ti mesma e, ao mesmo tempo, com os outros. Gosto genuinamente de ti."
11. O que te tira um sorriso?
As minhas pessoas, os meus patudos, as minhas trapalhadas, os meus feitos, tanta coisa!


AS MINHAS PERGUNTAS

1. Gatos ou cães?
2. Qual o super poder que gostarias de ter? 
3. Dormes com a porta do quarto aberta ou fechada? 
4. Tens algum desporto preferido?
5. Qual a tua série favorita?
6. Qual o teu filme favorito?
7. O que farias para tentar mudar o mundo?
8. A tua viagem de sonho?
9. Quais foram os teus desenhos animados favoritos?
10. Preferes contar piadas ou ouvir?
11. Qual é o teu maior medo?


Não vou nomear ninguém, mas levem se quiserem e se responderem não se esqueçam de me avisar para eu poder ler as vossas respostas💓